Eu tive uma experiência daquelas que me marcou.
Pedi um relatório para uma das meninas de uma departamento da empresa .. coisa muito simples e que pra ela foi um verdadeiro parto.
Ao lado dela havia uma mocinha recém entrada do dept que é show (gostaria que ela trabalhasse comigo) por ser uma pessoa de raciocínio rápido, sabe? Como eu. Saca o que você quer em uma velocidade animal. Isso eu gosto em uma pessoa.
Bom... depois de pedir uma coisa super simples, percebi que a "Pocahontas" estava tendo dificuldades. Pensei com meus botões: Será que estou fazendo pressão? Quando dei por mim já estava a seu lado, "fungando"no seu cangote pedindo o trabalho.
Ela me pareceu bem nervosa, e entendi que ela não estava preparada para aquilo. Realizar trabalhos sobre pressão não era controlável. Senti que ela ficou triste. E na minha opinião, pior do que você estar triste, é você fazer alguém ficar triste. Pra que deixar alguém triste sem ser construtivo?
Parei e me vi com 24 anos no início da minha carreira. Lembrei-me de como foi difícil lidar com essas questões e não importa a forma que eu fui educada porque a minha essência é sensível.
Moral da história: A única coisa que mudou dos meus 24 anos para os meus 38 anos é que hoje eu falo o quanto estou triste. E ao contrário do que a maioria dos super-homens acreditam, isso fez com que as pessoas me respeitassem muito muito mais.
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