A Lista

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sábado, 10 de março de 2012

38 anos
70 kg (engordei)
1 bike ( a mesma)
Casadinha
Empregada

Mas agora com um Plus: corro 5 km (ebaaaa)

Não sei se falei isso antes, mas o ano de 2011 foi um ano de reconstrução pessoal. Um ano em que eu sabia que não melhoraria a minha vida financeira, mas sim a minha vida emocional.

Como sou mestre em contar a minha vida em 5 minutos, vou falar como aconteceu essa minha superação de mim mesma:
  1. Entrei na empresa devagarzinho atendendo as expectativas das pessoas mas nunca dando um passo maior do que o esperado por elas -> Isso evitou aquela sensação horrível nas pessoas de que você é arrogante;
  2. Fui verdadeira sempre. Gosto de um milhão de pessoas, mas escolho aquelas que consigo ver o "Bem" nos olhos delas. Isso é uma coisa que só a vida ensina -> isso evita faca nas costas e pessoas que não somam nada, porque as pessoas do bem NUNCA vão permitir a sua exposição ao ridículo;
  3. Dividi todo o meu conhecimento com a maior quantidade de pessoas possíveis -> nada melhor para a autoestima do que ser útil;
  4. Gosto de verdade das pessoas. Gosto da minha diretora, gosto das pessoas com que converso todos os dias das outras filiais. A grande maioria gosta de mim, mas tenho a certeza de que isso só acontece porque sou útil -> isso evita a decepção;
  5. Imagino sempre que estão me pagando para me ensinarem, porque aprendo muito e todos os dias -> isso evita frustrações salariais;
Mas é claro que algumas destas coisas não foram possíveis o tempo todo, mas TIVERAM que ser possíveis a maior parte do tempo.

Procuro acreditar que estou sendo preparada para ser escolhida e não escolhida porque estou preparada.

Desta vez, tenho certeza que estou fazendo coisas certas e que voltei para a minha carreira e não para meu emprego.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Daquelas que eu gosto

Eu tive uma experiência daquelas que me marcou.

Pedi um relatório para uma das meninas de uma departamento da empresa .. coisa muito simples e que pra ela foi um verdadeiro parto.

Ao lado dela havia uma mocinha recém entrada do dept que é show (gostaria que ela trabalhasse comigo) por ser uma pessoa de raciocínio rápido, sabe? Como eu. Saca o que você quer em uma velocidade animal. Isso eu gosto em uma pessoa.

Bom... depois de pedir uma coisa super simples, percebi que a "Pocahontas" estava tendo dificuldades. Pensei com meus botões: Será que estou fazendo pressão? Quando dei por mim já estava a seu lado, "fungando"no seu cangote pedindo o trabalho.

Ela me pareceu bem nervosa, e entendi que ela não estava preparada para aquilo. Realizar trabalhos sobre pressão não era controlável. Senti que ela ficou triste. E na minha opinião, pior do que você estar triste, é você fazer alguém ficar triste. Pra que deixar alguém triste sem ser construtivo?

Parei e me vi com 24 anos no início da minha carreira. Lembrei-me de como foi difícil lidar com essas questões e não importa a forma que eu fui educada porque a minha essência é sensível.

Moral da história: A única coisa que mudou dos meus 24 anos para os meus 38 anos é que hoje eu falo o quanto estou triste. E ao contrário do que a maioria dos super-homens acreditam, isso fez com que as pessoas me respeitassem muito muito mais.